Refletindo
a Santidade de Deus
(Resumo do 3º capítulo de A Excelência do Ministério)
No Antigo Testamento, a santidade de
Deus é vista na majestade temerosa e inabalável do trono, na sarça ardente e na
Arca da Aliança. No Novo Testamento, ela é vista na vulnerabilidade da
manjedoura, na cruz e na sepultura.
Mas essa santidade deve ser vista,
sobretudo, na vida de seus ministros. “Porque
está escrito: Sede santos, porque eu sou santo”. Neste aspecto, assim como Deus
é, devemos ser. Deus jamais poderia ser como nós – pecadores. No entanto,
pela fé em seu Filho Jesus Cristo, pela ação purificadora do Espírito Santo e
por causa do que Ele é nos convida a ser como Ele – santo.
Retoricamente, pergunta Stan Toler: “Como refletir a santidade de Deus”?
Inicialmente, a santidade divina é
refletida quando rejeitamos veementemente o pecado. Santidade é aversão ao
pecado desde sua forma mais grosseira a mais refinada, tanto o oculto como o
abertamente praticado. João escreveu: “Qualquer
que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu”.
(I Jo 3. 6).
Por outro lado, a santidade de Deus é
refletida no amor incondicional pelas pessoas, especialmente pelos fracos,
excluídos e pecadores. Deus não aceita o pecado, mas sempre está pronto para
perdoar os arrependidos. Logo, semelhantes a Deus, devemos ter um coração
inclusivo e perdoador. O que não significa de forma alguma aceita o pecado.
Mas Há pessoas na igreja que
confundiram uma coisa com a outra, e se tornaram apressadas demais para punir e
para excluir as pessoas. Em vez de rejeitarem a ação equivocada ou pecadora,
terminam rejeitando as pessoas. Ainda não aprenderam a amar e a valorizar as
almas. Estão mais dispostas para condenar e excluir que ter a ação divina de
perdoar, incluir e auxiliar os outros em suas fraquezas.
Mas a santidade de Deus é refletida
também no sacrifício pelo bem-estar dos outros. Quando refletimos a santidade
de Deus colocamos de lado o egoísmo em pró das demais pessoas. Escreveu Paulo:
“andai em amor, como também Cristo nos
amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em
aroma suave”. (Ef 5. 2).
Pense nessa frase de John Brown: “Santidade consiste em pensar como Deus pensa
e querer como Deus quer”.
Pr.
Joventino Barros Santana.
Obs.: neste resumo houve acréscimo por minha parte. Mas o texto continua
retratando o pensamento do autor do livro.
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